O Direito de “Desaprender” na IA: Privacidade e Sistemas Generativos
- M Oliveira e Carmo
- 7 de jul.
- 1 min de leitura
A IA generativa desafia o direito ao esquecimento. Modelos de linguagem não guardam dados como registos estáticos, mas sim padrões. Remover dados pessoais não é tão simples como apagar uma linha numa folha de cálculo.
A solução? Machine unlearning: métodos emergentes permitem que modelos de IA “esqueçam” dados específicos sem necessidade de re-treinamento completo. Técnicas como Example-Tied Dropout (ETD) e Redirection for Erasing Memory (REM) possibilitam uma eliminação auditável e certificada, respeitando os limites computacionais.
O direito de “desaprender” representa um novo paradigma em privacidade, conciliando direitos humanos e governança de IA. As organizações devem adotar salvaguardas em camadas, oferecendo eliminação quando possível e garantias estatísticas quando a remoção absoluta não for viável.
Privacidade na era da IA é mais do que proteção: é autonomia, dignidade e responsabilidade.
Saiba mais em https://iapp.org/news/a/the-ai-right-to-unlearn-reconciling-human-rights-with-generative-systems





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